REVISTA CARAS EM 2011

Compartilhe

WhatsApp Windows Gadget Pocket Flipboard Blogger Facebook Twitter Google+ LinkedIn Pinterest Addthis

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

QUIZILAS DOS ORIXAS QUE NUS PREJUDICA.







DE OXALÁ!!!
Bebida Alcoólica (Cachaça), Azeite de Dendê, Muito sal, Pimenta, Roupa escura, Sangue, Pombo, Bagre, sardinha…
Quizilas de Oxossi:
Mel, Carne de Caça, Bode, Cabrito, Bana, Coco, Carambola, Milho, Tangerina…
Quizilas de Iemanjá:
Banana-figo, Camarão vermelho, Peixe sem escamas, usar cabelo curto, inhame…
Quizilas de Oxum:
Tangerina, Ovos, carcaça da galinha, Camarão vermelho, Cavalinha, feijão fradinho, tapioca, Galinha, Pombo…
Quizilas de Oxu maré:
Ovos, Tudo que rasteja, Abobrinha, amendoim, batata-doce, fruta-do-conde, grão de bico, pipoca…
Quizilas de Xangô:
Rabada, Cágado, Carneiro, Morte, Obi…
Quizilas de Oiá:
Fígado, Miúdos, Abóbora, Feijão fradinho, beterraba…
Quizilas de Obaluaiê e Omolu:
Galinha d’agola, Porco, Sardinha, Abacaxí, Milho, Pipoca…
Quzílas de Obá:
Galinha Branca, Taioba…
Quizílas de Ogum:
Perdiz, Feijão preto, cana, inhame, Manga-espada…
Quizílas de Logun-Edé:
Galo, Bode, Cabrito, Carne de caça, Mel, Manga-Espada…
Quizílas de Exú:
Ovos, Cabeça e pés de qualquer bicho, Banana D’água, Beterraba, frutas ácidas, Cachaça, Sapoti, farofa de galinha…
Quizílas de Ewá:
Galinha, Cajá-manga, Homens…
Quizílas de Nanã:
Ovos, Farofa de ganlinha, Rã, Miúdos, Tutano, Berinjéla, Beterraba, Uva Preta…
Quizílas de Ossãe:
Pato, carne de caça, Figado, Coco, Folhas (de salada), Fumo de Rolo…
Quizilas de Iroko/ Tempo:
Mulhere não podem fazer oferendas a ele (Segundo mãe Cidalia com seus 70 anos de santo)…
Quizílas de Ibejis:
Morte, assobio…
Quizilas Comuns entre os orixás (Quizíla de Todo povo do santo):
Sangue, galinha D’ Angola, Arraia, Carangueijo, Lula, Polvo, Peixe de Pele…

sábado, 20 de dezembro de 2014

Orìkí fún Òsun





Orìkí fún Òsun
Ìba Òsun sekese
Ìba Òsun olodi
Latojoki awede we’mo
Ìba Òsun ibu kole
Yeye kari
Latokoko awede we’mo
Yeye opo
O san rere o
Àse
Orìkí para Òsun
Eu elogio a deusa do mistério, espírito que limpa de dentro para fora,
Eu elogio a deusa do rio
Espírito que limpa de dentro para fora
Eu elogio a deusa da sedução
Mãe do espelho
Espírito que limpa de dentro para fora
Mãe da abundância
Nós cantamos seus elogios
Axé

domingo, 14 de dezembro de 2014

ÒKÒ










Muito pouco se conhece de certos Orixás, pois os mesmos não receberam a real importância, quando aqui aportaram, se tornaram conhecidos por intermédio de nossos irmãos de Mãe África. Um desses Orixás é Òkò.
Primordialmente cultuado às margens do alto Niger, este Orixá traz em seu culto uma singularidade: o arar da terra e a fertilidade.
Tendo no Brasil, o crescimento da cultura de Omolu e Obaluaiyê, esse Orixá praticamente caiu no esquecimento, tendo-se perdido muito de seus rituais e culto. Contudo, por intermédio de Itãs, a nós narrados pelo povo Hauçá, chegamos a dois deles, que bem explicam a importância deste Orixá ao culto do Candomblé.
“Em terras inférteis, onde nada crescia, Òkò batia seu cajado, e como se brotasse do chão uma mina d’água, crescia ali, uma variedade imensa de frutas, legumes e verduras. Ao chegar em Ondo, Ogun lhe pede que ele faça nascer no solo de sua aldeia, um fruto da terra, que ele pudesse ofertar como presente a Akoró, que era uma jovem muito valente, mas que se encontrava enfermo. Ogun queria uma raiz, que o curasse, pois Akoró era um nobre guerreiro, muito ligado à Inà e Odé.
Òkò toca o solo da aldeia de Ogun, e como mágica, brota de sua terra iṣu (Inhame), que cresce em fartura nas terras de Ogun, e que o mesmo, junto com seus irmãos de aldeia, colhem e levam até Akoró.”
Outro Itã, que nos fala da fertilidade da terra, é ligado à fertilidade paterna/materna, que nos ensina a necessidade do preparo no Orun, para que sejamos grande pais/mães no Aiyè.
Okó diz, que quando uma mulher não pode gerar filhos, ela tem outras obrigações ligadas ao amor. Ela necessita abrir seu coração e ajudar as mães, que com múltiplos filhos, não conseguem cuidar dos mesmos, sozinhas. E, assim sendo, as inférteis recebem o perdão de Okó( na visão Hauçá, as inférteis são mulheres, que em outras vidas mataram, abortaram ou desprezaram seus filhos, e como consequência, nascem com seus úteros “secos”), pois elas passam a ser amas de alma dos filhos de sua irmãs de aldeia, e ajudando-as com suas crianças, nas próximas vidas, terão o direito de voltar ao Ayiê com seus úteros repletos de luz, e assim consequentemente, usinas geradoras de múltiplas vidas, povoando a terra de alegria e axé.

sábado, 13 de dezembro de 2014

OS OGÁNS






OGÁN, nome genérico para diversas funções masculinas dentro de uma casa de Candomblé.
Ogan Apontado, pessoa apontada como possível candidato a Ogán. Equivalente ao Ogán suspenso.
Ogan Suspenso, pessoa escolhida por um Orixá para ser um Ogán, é chamado suspenso, por ter passado pela cerimônia onde é colocado em uma cadeira e suspenso pelos Ogáns da casa, significando que futuramente será confirmado e passará por todas obrigação para ser um Ogán.Nessa primeira coluna falaremos sobre a importância dos ogáns nos rituais religiosos de candomblé. Começaremos deixando bem claro que os ogáns nao são concorrentes dos babalorixás e sim aliados fieis.
São pessoas que não têm a capacidade de incorporarem o Òrìxà, ainda assim, são filhos de muita fé, sem em nenhum momento duvidar da existência dos orixás pelo fato de não sentirem o êxtase do transe mediunico. Foram escolhidos pelos orixás para seus filhos e, como tal, eles devem apresentar-se numa casa de Òrìsà.
Uma vez aceitos e devidamente entronizados na casa com seus devidos cargos (oyes), eles devem enquadrar-se antes de tudo como um filho do Òrìxà, atendendo também aos critérios e normas que cada casa de axé impõe aos seus filhos no regimento interno, depois é que vêm as prerrogativas e "status " do Ogán .São suspensos e depois confirmados, receberão todas as obrigações necessárias, para o exercício de suas atribuições dentro de seus respectivos ile´s.
Ocupam vários cargos da casa de Òrìxà. Os mais conhecidos são.
ONÍÌLU, tocadores de atabaques.
ALAGBÈ, o chefe dos tocadores de atabaques, é o Ogan responsável pelos toques rituais, alimentação, conservação e preservação dos instrumentos musicais sagrados Atabaques. Nos ciclos de festas é obrigado a se levantar de madrugada para que faça a alvorada. Se uma autoridade de outro Axé chegar no terreiro, o Alagbê tem de lhe prestar as devidas homenagens..AXÒGÚN, é um sacerdote, um dos cargos mais importantes e de muita responsabilidade, ele é um especilista no que faz, é o Ogan encarregado do sacrifício dos animais votivos nas cerimônias do Candomblé Ketu.Deve ser pessoa de absoluta confiança do lider religioso, precisa ter boa memória, saber as técnicas complexas para a execução de suas tarefas, não pode cometer nenhum erro.
Dependendo do prestígio do Axogun, poderá ser convidado por outros sacerdotes de outras casas para exercer suas funções em caso de grandes obrigações.
AFICODE, que deve referencia ao quarto de oxossi chefe do Aramefa
(quadro de ogans do quarto de oxossi composto por seis ogans)
PEJIGÁN, O responsavel pelos axés da casa, do terreiro. Primeiro Ogan na hirarquia, zela e guarda o PEJI.
LEHIN, responsável pela manutenção dos quartos de oxossi e ogun.
BABA MOROTONAN, responsável por tudo que envolver o quarto de omolu etc.
Oportunamente falaremos de cada um deles e de outros que não foram citados, para que nós, nos familiarizemos com nossos queridos irmãos ogáns.
Obs. Na falta de um ogán, ou se desejo for do babalorixá, ele esta autorizado a dar continuidade e fazer ele mesmo os sacrifícios dos rituais, outrem feitos pelos ogans.
Não podemos esquecer dos ATABAQUES, principais instrumentos da música do Candomblé, cuja execução é também de responsabilidade dos Ogáns.
São de origem africana, usados em quase todos rituais afro-brasileiro, típicos do Candomblé e da Umbanda e de outros estilos relacionados e influenciados pela tradição africana. De uso tradicional na música ritual e religiosa, são empregados para convocar os Orixás.
O atabaque maior tem o nome de RUM o segundo tem o nome de RUMPI e o menor tem o nome de LE.
Os atabaques no candomblé são objetos sagrados e renovam anualmente esse Axé. São usados unicamente nas dependências do terreiro, não saem para a rua como os que são usados nos Afoxés, estes são preparados exclusivamente para esse fim.
As membranas dos atabaques são feitas com os couros dos animais que são oferecidos aos Orixás, independente da cerimônia que é feita para consagração dos mesmos quando são comprados, o couro que veio da loja geralmente é descartado, só depois de passar pelos rituais é que poderá ser usado no terreiro.
O som é o condutor do Axé do Orixá, é o som do couro e da madeira vibrando que trazem os Orixás, são sinfonias africanas sem partitura.
Os atabaques do candomblé só podem ser tocados pelo Alagbê (nação Ketu), Xicarangoma (nações Angola e Congo) e Runtó (nação Jeje) que é o responsável pelo RUM (o atabaque maior), e pelos ogans nos atabaques menores sob o seu comando, é o Alagbê que começa o toque e é através do seu desempenho no RUM que o Orixá vai executar sua coreografia, de caça, de guerra, sempre acompanhando o floreio do Rum. O Rum é que comanda o RUMPI e o LE.
Essa é a diferença entre o atabaque do candomblé e do atabaque instrumento musical comprado nas lojas com a finalidade de apresentações artísticas, que normalmente são industrializados para essa finalidade.
oloje iku ike obarainan

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

ogum na umbanda!!!!!!


Ogum é um dos orixás mais cultuados dentro do panteão Umbandista, o soldado de Aruanda, Ogum é o general de guerra, o vencedor de demandas. O patrono do ferro, dos metais em geral. Sua cor geralmente é o vermelho e branco, mas varia muito dependendo do culto e da casa.Suas festividades ocorrem no dia 23 de abril, seu sincretismo quase que absolutamente é São Jorge, mas também pode variar dependendo da casa e da liturgia praticada.
Sabe-se que Ogum é o patrono do Ferro, dos metalúrgicos, da tecnologia e dos soldados, também é o Senhor das Estradas, portanto, a área de atuação da vibração de Ogum é muito vasta, portanto, tentarei esmiuçá-la no decorrer do texto.
Ogum é a vibração que nos impulsiona à Luta, às Guerras, é a nossa coragem, o nosso ânimo para vencer as constantes guerras que travamos em nosso cotidiano, é o patrono do Ferro, não penso só no ferro que conhecemos como o metal utilizado para matéria prima, mas também no papel biológico de nosso corpo, como as ligações de ferro em nosso sangue, a hemoglobina, por exemplo, que é formada por Ferro e leva o Oxigênio por todo nosso sistema circulatório. Sua carência nos humanos pode causar, além da anemia, anorexia, sensibilidade óssea e a clima frio, prisão de ventre, distúrbios digestivos, tontura, fadiga, problemas de crescimento, irritabilidade, inflamação da língua.  Portanto, também temos aí uma grande importância do Ferro em nosso corpo, onde a vibração de Ogum também é atuante.
Ogum nos move, é a direção para o campo de batalha, é a força que nos dá a esperança e nos anima para continuar lutando, é uma vibração muito evocada, juntamente com exu, para vencer demandas, desfazer malefícios causados por espíritos de baixo grau evolutivo.
NA Umbanda todos os filhos possuem um caboclo de Ogum, a falange de Ogum é muito vasta,na Umbanda recebemos algumas qualidades de Ogum, que vem como caboclos representantes dessa qualidade, não vamos misturar os caboclos falantes que atuam nos passes, consultas da casa com os caboclos que aqui representam a qualidade do Orixá, vou explicando gradativamente para que não haja confusão, mas abaixo citarei as qualidades de Ogum na Umbanda que já presenciei:
  OGUM
Ogum é um poderoso Orixá, dono do ferro e do fogo. Ele é um guerreiro,um lutador que defende a lei e a ordem. Este Orixá abre os caminhos e vence as lutas, agindo pelo instinto para defender e proteger os mais fracos. Todas as lutas, as conquistas, as vitórias são presididas por Ogum.

A cor é vermelho e branco, predominando o vermelho, sua erva é folha de arueira, mangueira, espada de são jorge, seu símbolo é a espada, sua saudação é ogunhê patacurí ogum, sua guia é de cristal em contas vermelhas e brancas com firma vermelha, sua pedra é a ágata de fogo, rubí, sárdio e garnet, sua essência é violeta, seu metal é o ferro, seu número é o sete, sua comida preferida é inhame acará assado com palitos de dendezeiro, ele come também feijão preto cozido com camarão seco dendê e cebola, feijoada, inhame cozido com mel,ou churrasco no rio grande do sul  sua bebida é o vinho de palma ou vinho tinto ou cerveja branca, sua fruta é manga espada,laranja, seu dia é terça-feira,e no sul as quinta-feiras é sincretizado com São Jorge.

Legião de Ogum Beira-mar, aliada ao povo do mar
Legião de Ogum Malei, aliada à Linha de Malei (Povo de Exu)
Legião de Ogum Megê, aliada ao povo Megê (negros africanos)
Legião de Ogum Naruê, aliada ao povo Naruê (escravos de várias raças)
Legião de Ogum Nagô, aliado ao povo de ganga (Linha de Nagô)
Legião de Ogum Iara, aliada ao povo dos rios (Caboclos)
Legião de Ogum Rompe-Mato, aliada a Oxossi e seu povo da mata


Como já vimos, Ogum domina a primeira Linha de Umbanda, que controla todos os fatos de execução e cobrança do carma de cada indivíduo ou grupo, daí serem soldados.

1. Falange de Ogum Beira-Mar

Colaboradores de Iemanjá, Ogum Beira-Mar trabalha sobre a areia molhada, enquanto Ogum Sete-Ondas trabalha sobre as ondas.
Aceitam oferendas com velas nas cores branca, verde, vermelha e azul-clara.caboclos dessa falange são: Sete Ondas, Marinho, Sete Mares, Ogum da Praia.Sua oferenda geralmente é um peixe ou camarão frutas tropical.flores brancas vermelhas e gravos
2. Falange de Ogum Rompe-Mato
Ogum Rompe-Mato trabalha para Oxóssi (Ode) e Ossãe, nas matas.
Ogum das Pedreiras trabalha para Xangô, nas pedreiras. Em ambos os casos, é a mesma falange que trabalha para os dois Orixás, com nomes diferentes. Rompe-Mato aceita suas oferendas na entrada da mata, nas cores verde, vermelha e branca, sendo a vela vermelha. Ogum das Pedreiras aceita suas oferendas em torno das pedreiras, nas cores verde e vermelha (misturadas geram o marrom), com velas nas mesmas cores.Nessa falange também existe,Ogum Sete Espadas, Ogum Caçador, Ogum Sete Matas, Ogum Sete Cachoeiras.
 3. Falange de Ogum Megê
Meji, do yorubá, duas faces, é a falange de Ogum que atua nos campos da vibração da direita e da vibração da esquerda, é um Ogum relativamente raro nos dias de hoje, sua falange se apresentam muito poucos, como Ogum Sete Catacumbas e Ogum Sete Estradas. outro muito conhecido que pode vir sob os auspícios dessa vibração, seria Ogum Xoroque. É uma vibração de Ogum que atua nos cemitérios ou encruzilhadas, por trabalhar diretamente com Exú, tem uma vasta falange de exus sob seus domínios, é um Ogum extremamente eficiente para desmanche de trabalhos e atuação para quebrar demandas. Atua também no cemitério juntamente com Obaluaie.
É colaborador de Iansã; seu nome significa “Sete”. É o guardião dos cemitérios, rondando suas calçadas, lidando diretamente com a Linha das Almas. Toda sua oferenda será em vermelho e branco,as  vezes preto próxima ao cruzeiro do cemitério (calunga pequena).

4. Falange de Ogum Naruê

Seu nome significa “Aquele que é o primeiro a gerar valor”.
Trabalhando diretamente na Linha das Almas, desmanchando a magia negra, controla as almas quibandeiras. Aceita suas oferendas com Ogum Megê ou, ainda, dentro ou fora dos cemitérios, nas cores branca e vermelha. Alguns incluem uma pedra-ímã nos itens a oferecer-lhe
Existem outras falanges, como Ogum Nagô, Ogum Naruê, Ogum Malei, que também atuam fortemente na vibração da esquerda, são Oguns que tem como grande poder o feitiço e o exímio conhecimento da Quimbanda, raramente se manifestam atuando somente nos bastidores.

5. Falange de Ogum Matinata
Com poucos médiuns que o incorporam, sua falange protege os campos de Oxalá, os locais abertos, floridos e iluminados. Mas não trabalha diretamente para esse Orixá. Aceita suas oferendas nos campos floridos, nas cores vermelha e branca. é 0 Ogum de Branco, é um Ogum que atua nos montes altos verdejantes, as colinas, as montanhas, os locais altos onde a energia do Sol é refletida para os locais mais baixos. É um tipo de Ogum muito raro.
6. Falange de Ogum Iara
É a falange de Ogum que atua nos rios, sob os auspícios de Oxum, é o Ogum das águas doces, dos pântanos, geralmente vêem com as mãos espalmadas simbolizando conchas, mas também já vi manifestações com as mãos fechadas ou apenas os indicadores espalmados. Ele ronda os rios e alguns as cachoeiras, juntamente com Ogum Rompe-Mato, suas cores são o vermelho e o branco, alguns o vermelho e amarelo. Suas oferendas são semelhantes ao do Ogum Rompe-Mato. Alguns caboclos dessa falange são: Ogum dos Rios, Riacho Grande, Sete Rios.Seu nome significa “Senhor”, trabalhando para Oxum. Suas oferendas deverão ser entregues na beira de rios, lagos ou cachoeiras, onde vibram, nas cores vermelha e branca ou verde e branca.

7. Falange de Ogum Delê (ou de Lei)
“Aquele que Toca o Solo”; como seu nome significa, é uma falange que vibra na linha pura de Ogum. São eles que trabalham diretamente no carma e sua cobrança, rondando o mundo. Suas cores são vermelha e branca e suas oferendas podem ser em qualquer lugar, ao ar livre.
Oferendas: todas as falanges citadas recebem velas nas cores indicadas, cravos vermelhos (alguns aceitam cravo branco também), cerveja branca, ou, menos comum, vinhos, charutos e fósforos, sobre um pano branco.


Ervas: as mais comuns são espada-de-são-jorge, losna, jurubeba, comigo-ninguém-pode, romã.



OGUM
Ele é o responsável pela manutenção da lei na Umbanda. As falanges de Ogum, que divergem muito de um terreiro para outro, combatem diretamente as falanges do mal. Aprendemos ainda que a Linha de Ogum possui um mentor e esse mentor não é São Jorge e sim, São Miguel (o Arcanjo).

Com São Jorge ocorre o sincretismo na chefia da linha no sul e no sudeste do Brasil. Como na Linha de Oxalá, todos os trabalhadores da Umbanda têm por Ogum tremendo respeito e obediência. Seus guerreiros são imbatíveis no combate ao mal. Não conhecemos rabo de encruza, quiumba ou qualquer outro espírito maligno que não o respeite.
Os trabalhadores dessa linha foram normalmente guerreiros ou militares, como os legionários romanos, os cavaleiros das cruzadas, os sarracenos e muitos outros. Comparativamente, Ogum é na Umbanda o mesmo que a polícia é para o povo. Se a situação ameaçar sair do controle ou se nos sentirmos ameaçados, ele agirá trazendo e mantendo a ordem.

O Homem de Ogum

Ele é confiante ,entusiasmado, generoso,solidário, enérgico, ousado, ativo em seu lado positivo e pode também ser intolerante, violento, impulsivo, obstinado, egoísta e exigente em seu lado negativo.
A mulher de Ogum
Elas são  sinceras, encantadoras, vigorosas, corajosas, entusiasmadas, românticas que são qualidades que excedem seu lado negativo já que ela também pode ser mandona, irritada e impulsiva

As 21 qualidades de ogum

Ogum Beira Mar         
Ogum Nagô
Ogum Guarda da Pedreira      
Ogum Naruê
Ogum Guerreiro         
Ogum do Oriente
Ogum Iara      
Ogum das matas
Ogum rompe mato
Ogum da bandeira
Ogum Quebra Demanda
Ogum de Lei   
Ogum de Ronda
Ogum da Lua  
Ogum Sete Espadas
Ogum Marinho           
Ogum Sete Estrelas
Ogum Matinata           
Ogum Sete Linhas
Ogum Megê
Ogum 7campina         
Ogum Xoroquê Crazado Exú/Ogum

ogum marinho



Precisamente por isso, vamos encontrar a presença da vibração de Ogum em todos os Reinos naturais, pela energia do seu fogo ordenador, assumindo, seus Mensageiros, nomes místicos que os personalizam nos diversos campos energéticos naturais:

1 – No Ar = Ogum Matinata (Nos Campos de Oxalá)
2 – Na Água Salgada = Ogum Marinho, Ogum Beira Mar, Ogum 7 Ondas (Nos Campos de Iemanjá)
3 – No Fogo = Ogum Delê (Nos Campos do próprio Ogum)
4 - Na Mata = Ogum Rompe Mato (Nos Campos de Oxossi)
5 – No Fogo (Elétrico) = Ogum Naruê (Nos Campos de Xangô)
6 – Na Água Doce = Ogum Iara (Nos Campos de Oxum)
7 – Na Terra = Ogum Megê (Nos Campos de Obaluayê)

A Vibração de Ogum, por ser a ordenação, por meio da Lei Divina, nos caminhos e estradas da natureza e da vida dos seres, faz com que o mesmo seja Responsável e coordenador da Linha dos Exus de Lei.

Alguns pontos de Ogum Marinho

De onde vem Ogum Marinho. De onde vem Ogum Marinho. Veio das ondas do mar com a cruz de Deus na frente pra vencer e vecerá. Ajudar-nos a vencer essas batalhas reais.
De onde vem Ogum Marinho. De onde vem Ogum Marinho. Veio das ondas. Veio das ondas do mar. Veio das ondas. Veio das ondas.........

Estava na beira da praia
Quando vi sete ondas passar
Abra a porta gente
Que a ai vem Ogum Marinho
No seu cavalo branco
Ele veio saravá.

Oh mamãe eu vi um lindo menino
Ia montado em um cavalo branco
Oh mamãe que santo eu vi,
Ogum Marinho que passou por aqui.
Ogum marinho aguente o reme(bis)
Que é para barca não virar (bis)
A barca não virou não vai virar(bis)
Seu marinho já deu sinal(bis)
Artilharia já salvou(bis)
Lá na ribeira deu sinal(bis).

Mar Estava Lindo!!!!
O mar esta lindooo!
O mar esta lindooo!
Ao fundo vinha Iemanja...
Ao seu lado Ogum Marinho!!!!!.
Ogum Beira – mar – tido como guardador da Calunga Grande (o mar), é o filho mais velho de Iemanjá e é com ajuda dela que vence suas batalhas. São dados como seus manos o Ogum Marinho, Ogum Sete Ondas e Ogum da praia. (São Jorge)

ogum, ogum e!!!!!

terça-feira, 11 de maio de 2010

OGUM/GU/ROXEMUKUMBE - PARTE VI - QUALIDADES OGUM YORUBÁ


 



Ògún Meje – É o mais velho de todos, a raiz dos outros, Ògún completo, velho solteirão rabujento e muito sanguinário. É o aspecto do orixá que lembra a sua realização em conquistar a sétima aldeia que se chamava Ire (Meje Ire) deixando em seu lugar o seu filho Adahunsi. Come nos cemitérios. Suas cores são o verde claro e o vermelho claro.
Ògún Je Ajá ou Ogúnjá como ficou conhecido – Um de seus nomes em razão de sua preferência em receber cães como oferendas, um dos seus mitos liga-o a Oxaguiã e Yemanjá quanto a sua origem e como ele ajudou Oxalá em seu reino fazendo ambos um trato. É o Òrìxá da casa de Oxalá, o grande guerreiro branco É um Ògún, como indica o seu nome, particularmente combativo. Tem temperamento rabugento, solitário.. Dizem que acompanha Ogúnté.. Em seu assentamento leva Osum e Waji; Não se pronuncia seu nome em vão e nem a noite;come inhame como todo Ogun. Veste branco e também o verde escuro e usa contas verde-claro. Cobre-se-se de Mariwo. Na Umbanda , Ogum matinada)
Lado Positivo
Dóceis, calmos, seguros, confiantes, os regidos por este tipo de Ogum são grandes negociantes. Amantes fiéis e dedicados à familia, são também verdadeiros guardiães de seu próprio patrimônio. Geralmente bonitos, talentosos e inteligentes, os de Ogum Já são grandes amigos e possuidores de autocontrole. São pessoas de decisões rápidas e seguras e donas também de exagerado sentimentalismo
Lado Negativo
Os regidos por Ogum Já têm, invariavelmente , um péssimo defeito: usam de falsidade, porém a exercem como tática de guerra. Atacam sempre pela retaguarda do adversário, não dando chances de defesa e tirando todo proveito do elemento surpresa. São rápidos no pensamento e gostam de ver o inimigo morrer lentamente, o que dá um sentimento impiedoso ao seu caráter.

Ògún Ajàká – É o “verdadeiro Ògún guerreiro”, sanguinário, que em princípio se veste de vermelho e verde escuro, suas contas são iguais a vestimenta. Teria sido rei de Òyó e irmão de Sàngó. Ajàká é um tipo particularmente agressivo de Ògún, um militar acostumado a dar ordens e a ser obedecido, seco e voluntarioso, irascível e prepotente. Na Umbanda, Ogum Naruê, Rompe Mato.
Lado Positivo
Corajoso acima de tudo, honesto, objetivo do tipo monarca, de muita sorte, senso de justiça, nobre, valente. Os filhos deste tipo de \ogum se esforçam para serem perfeitos em tudo o que fazem. São hábeis e inteligêntes e normalmente são de muito fácil compreensão. Capazes de dar tudo de si quando amam, pois são amantes constantes e dedicados.
Lado Negativo
Altamente perigosos, quando estão irados. São extremamente sanguinários e impiedosos. Atacam por todos os lados e exterminan o inimigo. Não são falsos, mas semeiam a discórdia, a intriga; saem de perto e quando voltam, o fazem para exterminar e reinar. São egoistas e nervosos; querem tudo rápido e bem feito. Exigentes, são capazes de destruir algo que lhes incomoda e não têm pena de ninguêm. Nem de si proprios. Outras inúmeras qualidades existem, mas no cômputo geral, aqui foi colocado tipos de Oguns que representam os elementos Terra, água e Ar. o que dá um sentido amplo, às caracteristicas dos filhos deste Orixá.

Ògún Xoroke ou Ògún Soroke - Apenas um apelido que Ògún ganhou devido à sua condição extrovertida; soro = falar, ke= mais alto.Usa contas de um azul escuro que se aproxima do roxo. “Xoroke é um Ògún que tende a confundir-se com Esú, agitado, instável, suscetível e manhoso.É um Òrìsá das terras Jeje um tipo muito perigoso. Dizem que foi amaldiçoado por seu pai e sua mãe. Conta a lenda que um vulcão entrou em erupção e SOROKÈ pulou de dentro dêle, em forma de fogo.É o senhor da noite, vive nos cantos das encruzilhadas, castigando os que por ali passam e profanam as oferendas ali colocadas. É o Òrìsá da vingança, pois seu temperamento é muito forte. Tem que ser feito no domínio do pai, Exú, e ambos no domínio da mãe, Iponda. Faz-se o ÈSÙ, escravizado por ÒGÚN, tendo que assentar ÒSUN. Não pode ser feito dentro do barracão. Tudo é duplo, até o QUELÊ. São dois assentamentos, um de ÈSÙ, sem massa e outro de ÒGÚN, com massa, sobre o ÈSÙ. Dança-se para ÈSÙ, ÒGÚN e ÒSUN. Na Umbanda chamado de Ogum Mejê, Sete Estradas, Sete Espadas.
Lado Positivo - Os regidos por este Orixá são de uma bravura sem igual. Dedicados e corajosos, geralmente são pessoas que se empenham para chegar a seus objetivos. Têm muito a ver com Exú e praticamente carrega quase todas as virtudes daquele. .
Lado Negativo - Vorazes, gananciosos e abusados, os filhos de Xoroquê não têm pena de cortar o pescoço dos seus inimigos. Não perdoam falhas, nem às suas proprias, chegando ao cúmulo de se autoflagelarem por um engano ou erro cometidos. São sábios para enredar e criar polêmicas; confusos, muitas vezes, mas agem às claras. Atacam sempre pela frente, numa avançada única e de resultado sempre positivo (para eles próprios). Daí o autocastigo quando falham. São rudes e extremamente exigentes e seu ponto preferido para o ataque é o coração. Impiedosos e malvados, não se curvam diante de ninguêm. Ostentam um grande valor de poder e grandeza, mesmo que na verdade não os tenha.
Ògún Meme – É um jovem guerreiro. Veste-se de verde claro e usa contas verdes como Ogum Já, mas de uma tonalidade diferente. Come com Oxalá e tem grande fundamento com Yemanja.

Ògún Wori /Waris (Warri, ou worin) – É um Ògún perigoso, dado da feitiçaria, ligado ao màriwò, aos antepassados. Tem temperamento difícil, suscetível, autoritário o espírito dogmático. Nessa condição o orixá apresenta-se muitas vezes com forças destrutivas e violentas. Segundo os antigos a louvação patakori não lhe cabe, ao invés de agradá-lo ele aborrece-se. Um dos seus mitos narra que ele ficou momentaneamente cego. Veste verde-claro, come com Yemanjá e Oxalá. Gosta de comer cabritos pequenos, aprecia a carne de marreco e não come frango em suas obrigações. Na Umbanda, Ogum beira Mar, Sete Ondas e Iará.
Lado Positivo
É um tipo mais calmo. Os regidos por este Ogum são mais dóceis, mais lentos, mais emocionais, pois estão ligados à regência da água, através de Yemanjá Oxum e Logum Edé. Oxalá dá sua contribuição com o elemento Ar. Daí os filhos de Waris serem mais emotivos, carinhosos e atenciosos. São excelentes generais, pois estudam profundamente as estratégias. Amantes singelos, procuram sempre uma forma de agradar.
Lado Negativo
Os filhos de Ogum Waris usam táticas interessantes para chegar aos seus objetivos. Choram de forma mentirosa para enganar o inimigo. Usam de falsidade e intrigas e são mestres na arte de ludibriar. Atacam pelos flancos e são do tipo sádicos e temperamentais.

Ògún Ikola - É um ÒGÚN solitário que tem ligação com XOROQUE e Oxalá.. Come ÌGBÍN e veste-se de verde escuro ou vermelho. Adora galos vermelhos e bode de chifres grandes. É um Ogun que come junto com Osaguian, com Yemanjá Ogunte e Jagun. É o Ogun que é evocado quando se faz as curas.

Ogun Elemona - Mora nas matas e caça muito bem. É muito sério, áspero, não se apegando a ninguém, a não ser a sua própria família. Tem fundamento com Obaluaye e Exú.

Ògún Lebede (Alagbede) – É o Ògún dos ferreiros, marido de Yémánjá Ogúnté e pai de Ògún Akoro. Representam um tipo mais velho de Ògún, trabalhadores conscienciosos, severos, que “não brincam em serviço”, ciente de seus deveres como de seus direitos, exigente e rabujento. É um grande ferreiro e ferramenteiro. Veste-se de azul arroxeado e o vermelho. Contas iguais a roupa. Come com Exú e Yemanjá.
Ògún Akoró – É o irmão mais velho de Oxóssi, ligado à floresta, qualidade benéfica de Ògún invocada no pàdé. Filho de Ogúnté, Akoró é um tipo de Ògún jovem e dinâmico, entusiasta, era empreendedor, cheio de iniciativa, protector seguro, amigo fiel, e muito ligado à mãe.
Ògún Oniré – É o título de Ògún filho de Oniré, quando passou a reinar em Ire, Oni = senhor, Ire = aldeia., o dono de Iré, primeiro filho de Odúduwà. Oniré é um Ògún antigo que desapareceu debaixo da terra. Usa também contas verdes. Guerreiro impulsivo é o cortador de cabeças, ligado à morte e aos antepassados; orgulhoso, muito impaciente, arrebatado, não pensa antes de agir, mas acalma-se rapidamente.

Ògún Olode – Epíteto do orixá destacando a sua condição de chefe dos caçadores, originário de Kétu. Não come galo por ser um animal doméstico. Amigo do mato, dos animais, conhecedor dos caminhos, e é um guia seguro. Seu temperamento solitário assemelha ao de Oxóssi.. Só come nos caminhos da mata e em seus assentamentos, come caça. Leva um ADEMATÁ – arco e seta

Ogum Ajo - Fica fora do barracão e toma conta da porteira. É o primeiro a ser saudado. Companheiro de ÈSÙ, ronda as encruzilhadas, comendo com ÈSÙ nas estradas. Veste-se e tem contas azul arroxeado.

Ògum Onije - É o Òrìsá que tritura, corta e provoca ferimentos. Não é aconselhável raspar este Òrìsá em seus filhos. Veste o verde escuro e o vermelho. Tem ligações com OYA YGBALÉ.

Ògún Popo – Seria o nome de Ògún quando foi à terra dos Jeje, é um tipo fanático.

Ògún Masa – Um dos nomes bastante comuns do orixá, segundo os antigos é um aspecto benéfico do orixá quando assim se apresenta, quando não um de seus  aspectos  é o desequilibrio, por alguns considerado como "o louco", o cortador de cabeças, tem fundamento com  Exú e Yemanjá, os únicos que conseguem abrandar sua ira. Usa vestimentas coloridas.



Há vários nomes de Ògún fazendo alusão a cidades onde houve o seu culto, como Ògún Ondo da cidade de Ondo, Ekiti onde também há seu culto, etc. O orixá possui vários nomes na África como no Brasil e com isso ganha as suas particularidades e costumes.

ogum!!!!!!!!!!!!!!

Orixá Ogum tem TODAS LIGAÇÕES QUE SE ESTABELECEM EM DIFERENTES LUGARES, ESTRADA DE FERRO, CAMINHOS, ETC. AXÉ (FORÇA EMANADA): SENHOR DAS DEFESAS, DAS BATALHAS, DO FERRO, ETC. FERRAMENTAS: ESPADAS E PEÇAS FEITAS EM FERRO.
dia da semana dele é a terça-feira, sua saudação é Ogunhê e sua comida preferida é o feijão o inhame kará. O animal preferido em seu culto é o cachorro, mas é pouco adotado em casa de axé, pois nossa cultura tem muito afeto a esses tipos de animais.Na Umbanda ele também é cultuado de diversas formas como: Beira mar, 7 espadas de ouro, Ogum de ronda, etc.

Alguns acreditam que Ogum era filho de Iemanjá (leia sua lenda), irmão de Oxóssi (leia a sua lenda) e Exu e também irmão de Oxoguian (leia sua lenda). No final do artigo você poderá escutar os Canticos do Orixá Ogum com a letra em yoruba para seu aprendizado.


OS CAMINHOS DE OGUM: 

Ogum Meje ou Meje Meje – É o mais velho de todos, a raiz dos outros, Ogum completo, velho solteirão rabujento.

Ogum Já- é um Ogun, como indica seu nome, particularmente combativo. Amigo do cachorro que lhe é consagrado é como ele um protetor seguro. Mas tem temperamento rabugento, solitário, veste-se de verde escuro e usa contas verdes..Dizem que acompanha Ogúnté.

Ogum Ajaká – é o "verdadeiro Ogum guerreiro", sanguinririo, que em princípio se veste de vermelho. Teria sido rei de Òyó e irmão de Xangó. Ajaká é um tipo particularmente agressivo de Ogum, um militar acostumado a dar ordens e a ser obedecido, seco e voluntarioso, irascível e prepotente.
Ogum Xoroke – usa contas de um azul escuro que se aproxima do roxo do colar de Exu, seu irmão e amigo íntimo. "Xoroke é um Ogum que tende a confundir-se com Exu, agitado, instável, suscetível e manhoso.

Ogun Meme - veste-se igualmente de verde e usa contas verdes, como Ogunjá, mas de uma tonalidade diferente.

Ogum Wori - (Warri, ou wori: Ioruba) – é um Ogum perigoso, dado da feitiçaria, ligado ao Mariwo, aos antepassados.; Tem temperamento difícil, suscetível, autoritário o espírito dogmático.
As Qualidades do Orixá Ogum


Ogum Lebede (Alagbede) – é o Ogum dos ferreiros, marido de Iemanjá Ogunté e pai de Ogum Akoro. Representam um tipo mais velho de Ogum, trabalhadores conscienciosos, severos, que “não brincam em serviço”, ciente de seus deveres como de seus direitos, exigente e rabugento.

Ogum Akoró - é o irmão de Oxóssi, ligado a floresta, qualidade benéfica de Ogum invocada no Padê. Filho de Ogunté, Akoró é um tipo de Ogum jovem e dinâmico, entusiasta, era prendedor, hei-o de iniciativa, protetor seguro, amigo fiel, e muito ligado a mãe.

Ogum Oniré - é o título do filho do Ogum que reinou sobre Iré, o dono de Iré, primeiro filho de Oduduwa. Oniré é um Ogum antigo que desapareceu debaixo da terra. Usa também contas verdes. Guerreiro impulsivo é o cortador de cabeças, ligado à morte e aos antepassados; orgulhoso, muito impaciente, arrebatado, não pensa antes de agir, mas acalma-se rapidamente.

Ogum Olode - é o Ogum dos caçadores, originário de Ketu. Não come galo por ser um animal doméstico. Amigo do mato, dos animais, conhecedor dos caminhos, e é um guia seguro. Seu temperamento solitário assemelha ao de Oxóssi.
Igbo - é outro

Ogum Popo – seria o nome de Ogum quando foi a terra dos jeje, é um tipo fanático. 

AYRA NÃO E XANGO!!!!!


.
Ayrá tbm come no dendê.
É um orisá delicado no que diz respeito ao trato.
E com certeza também não é Sango, mas foi um grande companheiro de Sango, seria um súdito graduado e com relevantes serviços prestados a corte do Oba Sango, por isso foi presenteado ao Baba Osalufon quando de sua passagem pela prisão de Sango.
Assim como Obará, Ayrá também é surdo, por isso solta-se 1 rojão no seu oro de feitura para que esteja sempre acordado para o seu novo iniciado.
A gamela de Ayrá é Oval, diferente da de Sango que é Redonda.
Esse orisá tem aos seus pés o orisá chamado MAMA considerado como sua mãe, constitui numa ferramenta em ferro forjado, pés de galinha, um espécie de cone em que sai um pássaro no ápice desse cone. Quando Ayrá come o MAMA também come.
.
Ayrá Intìlé
Esse caminho de Ayrá come com Osalufon, ainda na feitura assenta-se esse caminho de Osalá, e Ogunjá, pois é Ogun que desbrava os caminhos para as pessoas de Ayrá.
Na obrigação de 3 anos arruma-se Osogyian e Iyemanjá.
.
Ayrá Modé
Esse caminho de Ayrá come com Ode, assenta-se ainda Osogyian e Osun.
Ogunjá e Osalufon são indispensáveis a todos os caminhos de Ayrá.
Nesse caminho Modé, o amalá de Ayrá é forrado com mingau de akasá e por cima do mingau um punhado de asòsó (milho de galinha bem cozido com água e sal).
.
Ayrá Igbonã
Esse caminho de Ayrá come com Sangò, faz orò com o ajerè de fogo, é considerado “O Pai da Quentura”.
Para esse caminho de Ayrá assenta-se Ogunjá também, sendo que esse Ogun não fica no mesmo quarto que ele.
A Iyagba desse caminho de Ayrá é Iyemanjá, esse Ayrá veste branco.
É o verdadeiro “Pai da Fogueira” para acender a fogueira canta-se para Igbonã.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Pai Pequeno






Pai Pequeno é o mesmo que Babakekerê, é a segunda pessoa na casa de candomblé. Na ausência da Iyalorixá ouBabalorixá é ele que assume o comando. Está sempre presente e faz parte de todos os preceitos e obrigações.1 AIyakekerê ou Mãe pequena, é seu correlato feminino, é a substituta da mãe ou do pai de santo, seu sucessor eventual, lhe está imediatamente abaixo na escala da hierarquia, como administradora civil e religiosa do candomblé.2
Esse cargo na maioria das vezes é ocupado pelo primeiro iniciado na casa de candomblé filha/o mais velho portanto. Pode ocorrer também, que o orixá da iyalorixá ou babalorixá escolha um outro filho que não o primeiro para ocupar a função, por questão de confiança ou por ser alguém da família.
Dependendo da casa, o pai pequeno ou mãe pequena será o primeiro da lista de sucessão ao cargo de direção da casa, no caso de falecimento do pai ou mãe de santo. Em outras essa decisão é só através do jogo de búzios, e em outras é hereditário, só pessoas da própria família, (ex:, Terreiro do Gantois) até hoje só mulheres da família assumiram o cargo de iyalorixá.
A palavra Pai Pequeno, pode ser utilizada de duas formas: quando se refere ao cargo de uma casa de candomblé, e quando uma pessoa ajuda o babalorixá na iniciação de um neófito, ele será o pai pequeno desse neófito. Todo iniciado tem um babalorixá ou iyalorixá e um pai pequeno ou mãe pequena. No caso é a pessoa que cuida do iniciado durante todo o período de recolhimento e o responsável pela educação do mesmo dia e noite na ausência do babalorixá

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Compartilhe

WhatsApp Windows Gadget Pocket Flipboard Blogger Facebook Twitter Google+ LinkedIn Pinterest Addthis