REVISTA CARAS EM 2011

Compartilhe

WhatsApp Windows Gadget Pocket Flipboard Blogger Facebook Twitter Google+ LinkedIn Pinterest Addthis

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Itan de Oxumaré e Bessém – a dupla face de um orixá


Oxumaré e Bessém são a mesma face de um único orixá masculino cultuado na Umbanda, que tem forte ligação com a riqueza e prosperidade, além da clarividência.

Oração a Oxum no sábado


Oração de sábado a Iemanjá

Oração de sábado a Iemanjá        

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Orixás de Umbanda/Candomblé - \Sobre/

Olorum/Olodumarè



O Senhor do Universo, da criação, da sabedoria. Senhor de tudo e de todos, o dono dos mistérios da vida e da morte. A bondade, a perseverança, a fé, a humildade, a caridade, o amor.

Lendas dos Orixás - Exu, Oxum e o segredo da advinhação


Conta-nos uma lenda, que Òsùn queria muito aprender os segredos e mistérios da arte da adivinhação. Para isso, foi procurar Èsù, para aprender os princípios de tal dom.
Èsù, muito matreiro, disse a Òsùn que lhe ensinaria os segredos da adivinhação, mas era necessário Òsùn ficar sob os domínios de Èsù durante sete anos, passando, lavando e arrumando a casa do mesmo.

Orixás - Lendas de Exú/Esú - Oferenda aos antepassados


Exu instaura o conflito entre Yemanjá, Oyá e Oxum
Um dia, foram juntas ao mercado Oyá e Oxum, esposas de Xangô, e Yemanjá, esposa de Ogum.

Histórias - O leão e os gatos


Um leão encontrou um grupo de gatos conversando. "Vou devora-los", pensou.

Mas começou a sentir-se estranhamente calmo. E resolveu sentar-se com eles, para prestar atenção no que diziam.

A lenda de Ndanda Lunda


Era uma vez uma viúva que nunca amou. Ela casou sem conhecer o noivo, e ele logo morreu. Ela ficava triste quando se falava em amor. 

Lendas Indígenas - A lenda de Uirapuru


Uma das lendas envolvendo esse pássaro conta que duas índias muito amigas, viviam andando juntas para todos os lados, desde o amanhecer até ao entardecer. Um dia as duas viram um jovem cacique, muito bonito, e ambas se apaixonaram por ele, sem dizer nada uma à outra.

Lenda Africana - O espelho da Verdade, O espelho de Olorum


Conta uma tradição oral de matriz africana que no princípio havia uma única verdade no mundo. 
Entre o Orun (mundo invisível, espiritual) e o Aiyê (mundo natural) existia um grande espelho. 
Assim tudo que estava no Orun, se materializava e se mostrava no Aiyê. Ou seja, tudo que estava no mundo espiritual se refletia exatamente no mundo material. 

Ndanda Lunda - Margareth Menezes



Lendas Japonesas: Histórias sobre as árvores do Japão


Certo dia, Kinto Fujiwara, grande Conselheiro de Estado, e o ministro de Uji, discutiam sobre qual era a mais bela das flores da primavera e do outono: 

Lendas Japonesas - O cristal de Buda


Contam que no Japão vivia um grande Ministro de Estado chamado Kamatari. (Imagem: Ilustração do livro de Yei Ozaki / Reprodução do Mundo-Nipo)

Curiosidades - Sanpaku

CURIOSIDADES


Sanpaku é uma palavra do idioma japonês medieval e significa “três brancos”. De acordo com a macrobiótica (*), uma pessoa tem olhos sanpaku quando a área branca dos seus olhos é visível também na parte inferior, entre a íris e a pálpebra.

Zodíaco - Os verbos e os signos


"Um Ariano,impulsivo, decidiu fazer uma casa. Independente de tudo, ele decidiu que faria de qualquer jeito. Seu nome era Sou. Com sua energia exuberante - Sou é muito enérgico, e com seu tom afirmativo, conseguiu um cara do signo de Touro, chamado Quero.
Quero, muito afetuoso, recebeu bem o projeto de Sou e aceitou participar por que viu que era possível realizá-lo. Então, Quero dedicou-se obstinadamente a colocar em prática o projeto da casa.

Chakras na Umbanda


Os Chakras são canais receptores e transmissores de energia vital (Fluido Universal).
São centros vitais para a saúde física, mental, emocional e espiritual de todo ser humano.
Chakra vem do sânscrito, que significa "Roda".

Horócospo Egípcio


Horóscopo Xamânico


Sábios, magos e curandeiros norte-americanos criaram um horóscopo que se baseava na crença de que, todas as coisas que existiam no universo estariam de alguma maneira ligados.
No lugar dos signos, animais que estão relacionados à tribos e aos ciclos lunares.

Afinal o que é AXÉ (àse)???


Força mítica do universo; Poder e força vital; Força divina vivificante ou mística; Força mágico-sagrada; Poder místico e potencial presente em tudo o que existe no òrun (mundo espiritual) e àiyé (mundo material), em todas as coisas, sejam elas concretas ou abstratas.
Força geradora e potencializadora, através da qual Olódúmarè, o Ser Supremo, se faz presente em todos os elementos do universo.

BEM X MAL



Diferentemente das culturas judaico-cristãs, para os Yorùbá não existe uma figura oposta ao ser supremo, Olódúmarè, e tudo o que acontece no universo, seja de positivo ou negativo, é derivado dele e seu àse(axé).

DA ÉTICA



Uma das questões que mais tem me levado a profundas reflexões é a chamada "ética religiosa", do que realmente se trata, quais suas práticas e anti-práticas dentro da religião afro-riograndense e os malefícios que essas atitudes anti-éticas de Babalorixás, Iyalorixás e Omorixás trazem a nós praticantes e, principalmente, distorcem a visão de nossa religião na sociedade como um todo.

QUAL O VALOR DO AXÉ?


Por que a maioria das pessoas preocupa-se hoje em dia com o custo de uma obrigação e não com o significado dela? Se é da vontade do meu Orixá que eu faça obrigação a ele, ele vai me colocar em um local sagrado, no qual ele está disposto a receber esse sacrifício, e não vai me dar condições de arcar com os custos materiais dessa obrigação? Tantos questionamentos a respeito de “valor de axé”, “custos de obrigação” levam-me sempre à pergunta: onde andará a fé nos Orixás?

Itan: Como Oxum ganhou o título de protetora das crianças



Orumilá, orixá da sabedoria e da adivinhação, foi o primeiro esposo de Oxum. Um essé(relato) do odu Ogundá-xê, um dos 256 signos do sistema de Ifá, conta que Orumilá deu a ela 16 búzios como presente de núpcias, ainda hoje usados pelos sacerdotes de Oxum para se comunicarem com o Orun em favor de seus seguidores. Orumilá também permitiu à bela Oxum que fosse cultuada no mesmo dia que ele.

Por que Èsù (Bará) vive do lado de fora



A organização do mundo estava sendo feita, pouco a pouco, na medida em que os problemas vinham surgindo. Sempre que Òrúnmìlà comparecia à Terra para ver o andamento das coisas, ele era assediado pelos Òrìsà, pelos seres humanos e até pelos animais, com indagações diversas. Ainda não havia sido determinado qual o lugar em que cada criatura deveria viver e o que cada uma deveria fazer dentro do sistema. Era Èsù quem ponderava sobre os problemas e questões apresentadas. E, assim, sugeriu a Òrúnmìlà que, para cada um, apresentasse uma proposta simples e que cada um, ao responder, determinasse o seu destino e o seu modo de viver.

Exu para Jorge Amado


Não sou preto, branco ou vermelho
tenho as cores e formas que quiser.
Não sou diabo nem santo, sou Exu!

Èsù na consulta divinatória



Apesar de profunda sabedoria, conhecimento e autoridade de Òrúnmìlà, às vezes ele fica na dependência do poder de Èsù, por este ser o GUARDIÃO DO ÀSÉ, representação da autoridade e do poder divino com o qual Olódùmarè criou o universo e manteve suas leis físicas. Èsù é, certamente, a divindade mais chegada a Òrúnmìlà, mas o seu relacionamento nem sempre é cordial, isso porque Èsù como fiscalizador universal, é imprevisível e não pode, por consequência, ser aliado permanente de alguém.

Dança das cabaças- Exu no Brasil

Documentário poético que investiga a divindade africana Exu no imaginário popular brasileiro dirigido por Kiko Dinucci.

Muito bom, vale a pena assistir!

Èsù - O Fecundador do Cosmos




Èsù é um personagem que teve toda a sua vida vilipendiada pela cultura ocidental. Pense nesta idéia: o europeu quando chega à África, primeiro para escravizar e depois para colonizar, não quer compreender aquela cultura, ele quer explicá-la de acordo com o seu referencial, porque precisa dominá-la.

Diferentes origens de Èsù


Diferentes origens de Exu são narradas em diversos itans de Ifá. Uma delas, que determina a ligação existente entre Exu e Orunmilá, contida no Odu Ogbehunle, conta que:

Èsù corta o nariz do artesão que não lhe fez o ebó prometido



"Era uma vez um certo marceneiro muito competente no ofício,
mas não tinha jeito de arranjar trabalho.

O artesão teve um sonho com um negrinho
que disse que ele ia ter muito serviço
e ia ganhar um bom dinheiro.

Èsù, o princípio dinâmico da existência



Os leigos na religião dos Òrìsà, imersos no simbolismo do mal construído pelas igrejas e pelos detentores do poder durante a escravidão, aprenderam a conferir a Èsù o princípio demoníaco da feitiçaria, da bruxaria e da maldade. No entanto, se lermos as poesias e narrativas sobre Èsù vamos mergulhar na profunda espiritualidade deste Òrìsà, a qual é vital para nossas travessias e desafios.

Èsù e a divisão dos búzios entre Oya, Òsun e Yemoja


Certo dia, Oya, Òsun e Yemoja resolveram ir juntas ao Oj๠de Òyófazer compras. Lá chegando, tomaram conhecimento das novidades trazidas pelos mercadores, como tecidos, contas e especiarias diversas.

Èsù, fiscal do àse: A visita de Òrúnmìlà à cidade de Òwò


Ilé Ifè era o centro do mundo yorubá e o local que congregava grande parte dos personagens que viriam a ser conhecidos como Òrìsà e Ancestrais. Dentre eles, um que se destacava pela sua imensa sabedoria e poder orientador era conhecido por todos como Òrúnmìlà.

Os desígnios a Èsù na criação do Àiyé


No Òrun, no princípio da criação do Àiyé (terra) e do homem, Olódùmarè diz a Èsù: 

"Meu mensageiro!

Quando te criei, coloquei em ti a ambiguidade de caráter.
O bem e o mal necessitam-se mutuamente para que possam existir, da mesma forma que a luz não pode ser percebida se não existirem trevas. Esta é a regra da criação. Todas as coisas que aparentemente se opõem, na verdade se complementam. Se completam e se integram para que haja o equilíbrio.
Tua palavra, como tua ação, nada mais é do que a confirmação do que está por mim determinado desde sempre.

Èsù- Da teoria à compreensão da prática


Durante este mês de janeiro dediquei-me a leituras e análises a respeito do Òrìsà Èsù, denominado Bará em nossa prática religiosa aqui no Rio Grande do Sul, selecionando alguns Itans ou trechos de obras que pudessem, de alguma forma, somar no aprendizado e compreensão acerca de nossa liturgia. Não é uma tarefa fácil, pois o gênero tem milhares de publicações, porém, em sua grande maioria, a fonte é insegura. E há centenas de mitos que em nada condizem com as crenças e feituras, os chamados “palha”, que tendem apenas a confundir ou criar impressões surreais, muitas vezes negativas, a respeito das divindades e demais elementos da cultura yorubana. E quando trata-se de Èsù, essas “palhas negativas” aumentam consideravelmente, pois é o Òrìsà mais preconceitualizado em terras ocidentais; inclusive em nossas práticas litúrgicas enxergamos esse “pudor ocidental”, especialmente aqui no Sul do Brasil. 

Por que fazer oferendas e sacrifícios?_ A ida de Èsù e Òsétùwá ao palácio de Olódùmarè


“Um belo dia, sobreveio uma seca muito grande sobre a Terra. Já fazia mais de três anos que não chovia. A miséria e a fome já assolavam o mundo e, então, os Orixás resolveram consultar Ifá, que determinou que fosse feita uma oferenda a Olódùmarè, para que se apiedasse da Terra e, interferindo, a salvasse da destruição.

Os títulos de Ògún


Ògùn vivia com sua mãe, Yemoja, no castelo nas profundezas do mar. Cansado dessa vida, resolveu sair em busca de outra que se adaptasse ao seu temperamento. Pediu licença a ela e partiu.

Oríkì ti Ògún

Por que Oya tornou-se dona do cemitério


Olófin reinava em Ifè e tinha uma filha chamadaOya, que era desejada por Ìkú, a Morte. Ìkú era muito feio e estava sempre disposto a fazer o mal às pessoas. Seu costume preferido era levar qualquer pessoa para o cemitério, de onde ela nunca regressava. Certo dia ele foi até o palácio de Olófin e revelou seu desejo de casar-se com Oya. Olófin ficou surpreso com o pedido e lhe fez uma proposta: “Está bem, você poderá se casar com Oya, desde que se comprometa a trazer-me cem cabeças de gado.” Esta foi a maneira de se livrar de Ìkú, pois sabia que ele não poderia cumprir o pedido em razão de estar sempre sem dinheiro e nada ter na vida.

Por que saudamos Oya dizendo "Èpà Heyi"?



"Èpà Heyi!", é uma forma de saudar e acalmar Oya. 

Sua origem se reporta ao rei Olúgbìjì, uma boa pessoa, mas que se encontrava em meio a uma rebelião. Consultando Ifá, foi informado que, em sua família, existia o culto a um Òrìsà que poderia ajudá-lo. Seu nome era Oya.

Ògún e seu poder sobre os metais



Os Òrìsà e o povo estavam vivendo na Terra criada por Òsàlà, e onde todos exerciam suas tarefas: a caça, a limpeza da terra para a agricultura, a plantação, a construção de suas casas, para abrigo de suas famílias. Tudo era feito com muita dificuldade por falta de ferramentas adequadas para o trabalho e, agora, mais ainda, pois as distâncias aumentavam, a cidade crescia para o lado das montanhas, com seus terrenos desnivelados por gigantescas rochas com caminhos inacessíveis.

Sàngó, Oya e o poder do fogo


Sàngó havia conquistado o poder da cidade de Òyó e se tornado o seu terceiro soberano, governando com muita severidade e domínio total sobre seu povo, que não tentava irritá-lo ou ofendê-lo, pois ele era o possuidor do edùn àrá, a pedra do raio.

A Divinização de Sàngó


Natural da cidade de Tápà, região fronteiriça ao rio Níger, Sàngó foi produto da aliança desse povo com os habitantes de Ifè, pois nasceu da união de Òránmíyàn e Torosi, filha de Elénpe, rei de Tápà. Retornando mais tarde para a sua região,Òránmíyàn fundou a antiga cidade de Òyó, localizada próxima ao monte Àjàkà.

Ogun, a Divindade que Abriu os Caminhos para o Mundo


Ògún é uma das principais divindades do Oeste Africano, cuja história abrange vários milênios e cuja adoração estende-se por vários trechos do continente. Alguns estudiosos sugerem que Ògún pode ser adorado por mais de 70 milhões de pessoas no mundo inteiro, e o número de adoradores de Ògún aumenta constantemente.

A Criação da Terra por Òsàlà


O que é agora nossa terra foi, certa vez, uma aguacenta e pantanosa imensidão. Acima havia o éter, o espaço celestial, denominado òrun e que era a morada de Olódùmarè, o Ser Supremo, dos Òrìsà e de outros seres primordiais. A aguacenta imensidão constituía, de certa forma, o local de caça para seus habitantes, que costumavam descer por cordas de teias de aranha formando pontes pelas quais andavam.

PROVÉRBIOS AFRICANOS

    Alguns provérbios dos povos do Congo, Costa da Mina, Takrur, Senegânbia, Etiópia e Zambézia.

    QUAL É A SUA ESCOLHA? QUAL É O SEU AXÉ?


    "Olódùmarè dá a vida, cabe a cada um de nós decidir como vivê-la.

    Não há como colher o que não se planta, nem plantar erva daninha e colher orquídeas.

    "Cavalo de Santo- Religiões afro-gaúchas"

    Livro "Cavalo de Santo- Religiões afro-gaúchas" 
    da fotógrafa Mirian Fichtner


    Maravilhoso trabalho!



    A obra fotográfica é resultado de minuciosa pesquisa de campo, de mais de 4 anos, que teve origem na constatação do IBGE, no censo de 2000, de que o Rio Grande do Sul é o estado que concentra, proporcionalmente, o maior número de adeptos declarados, bem como terreiros, de religiões africanas no Brasil.

    RELIGIÃO E MAGIA - O ÀSE (AXÉ)


    Todo o culto yorubá tem sua significação pela crença nas forças divinas e na capacidade de elas darem o Àse (axé), elemento essencial para a existência da Religião de matriz africana e de tudo que nela existe e venha a existir. A palavra Àse possui três interpretações distintas, mas que se interligam por força do que eles representam:

    EBO = SACRIFÍCIO E OFERENDA



    Um ebo (ebó) pode ser definido como um ato de se fazer uma oferenda, do reino animal, vegetal ou mineral, de comidas, bebidas e qualquer objeto, a uma divindade ou entidade espiritual. É um ato mágico-religioso que se utiliza das forças naturais existentes nesses elementos para um determinado fim. Por este motivo costuma-se dizer que o ebo revela-se como a maior fonte de comunicação entre todas as fontes do universo.

    Òsàlá- O Grande Òrìsà



    Principal divindade cultuada dentre os Òrìsà na escala religiosa. Sua cor branca representa sua própria essência ética e seu princípio criador. Ele é revestido de um poder absoluto em razão do Odù com que foi investido. A teologia yorubá o denomina “o gerado por Olódùmarè” no sentido de que todos os seus atributos derivam diretamente do Ser Supremo.

    A designação do título de Òrìsà nlá

    Òrúnmìlà

    O universo divino de Olódùmarè foi constituído de seres primordiais; entre eles, os mais antigos: Obàtálá e Òrúnmìlà. Com a criação do novo mundo, decidem ambos instalar-se em uma das regiões da Terra. Òrúnmìlà leva todo o seu material divinatório para Òkè Ìgètí e ali passa a dar assistência àqueles que o procuram, desempenhando as funções designadas pelo Ser Supremo - a de atendimento e orientações sobre o plano de vida estabelecido. Quanto a Obàtálá, ele toma o caminho para as terras de Abéòkúta.



    Compartilhe

    WhatsApp Windows Gadget Pocket Flipboard Blogger Facebook Twitter Google+ LinkedIn Pinterest Addthis